Olho D'água do Borges/RN -

Rogério Marinho diz que Allyson “nem fede nem cheira” e aposta em segundo turno entre Álvaro Dias e Cadu Xavier no RN

 

Durante entrevista ao programa Meio-Dia RN, da 96 FM Natal, nesta segunda-feira (11), o senador Rogério Marinho afirmou acreditar que a eleição para o Governo do Rio Grande do Norte em 2026 será decidida em segundo turno entre Álvaro Dias, Ex-prefeito de Natal e Cadu Xavier". 

A declaração chamou atenção por deixar de fora, na avaliação do senador, o ex-prefeito de Mossoró Allyson Bezerra, da disputa decisiva pelo Governo do Estado. 

Segundo Rogério Marinho, o cenário eleitoral tende a se consolidar em uma polarização entre a candidatura de Álvaro Dias, representando o campo da oposição, e Cadu Xavier, ligado ao grupo político da governadora Fátima Bezerra. 

Durante a entrevista, Rogério Marinho também fez críticas a Allyson Bezerra, afirmando que sua pré-candidatura seria “inodora e insípida”, “nem fede nem cheira”, sem gosto político e sem apresentar propostas consistentes para o Rio Grande do Norte. 

O senador declarou ainda que Allyson “não tem nada a oferecer” ao Estado e criticou o que chamou de excesso de marketing político do ex-prefeito mossoroense. Em tom irônico, comentou que o pré-candidato “fica dando salto para o ar”, em referência às movimentações políticas e à tentativa de ampliar seu espaço eleitoral no cenário estadual. 

A educação potiguar está além do palanque eleitoral. Chega de polêmica com federalização ou privatização da Universidade UERN

A polêmica que se instalou nos últimos dias em torno da possível federalização ou privatização da Universidade do Estado do Rio Grande do Norte (Uern) e da Companhia de Águas e Esgotos do Rio Grande do Norte (Caern) esteve longe de ser um debate profícuo sobre questões centrais para o futuro do Estado. O que se viu, envolvendo os principais postulantes ao Governo do Estado, não foi uma discussão qualificada sobre caminhos possíveis para duas instituições estratégicas. O que se verificou foi uma corrida de oportunismo, em que adversários tentaram surfar em um suposto deslize retórico de um dos pré-candidatos, transformando um tema complexo em combustível para engajamento nas redes sociais.

O episódio teve início após declarações do ex-prefeito de Natal Álvaro Dias, hoje filiado ao PL e pré-candidato ao Governo do Estado. Ele admitiu a possibilidade de discutir alternativas como a privatização ou a federalização da Uern e da Caern. A repercussão foi imediata. Reitora, professores, estudantes e adversários políticos reagiram. A professora Cicília Maia, reitora da universidade, afirmou que “qualquer pessoa ou projeto que fale contra a Uern não será aceito por nossa comunidade”. Outros pré-candidatos, como Allyson Bezerra (União) e Cadu Xavier (PT), também aproveitaram a ocasião para se apresentar como defensores da instituição.

O problema é que, em vez de surfar nesse oportunismo com vistas tão somente a gerar engajamento nas mídias digitais, os pré-candidatos ao governo deveriam fugir da dicotomia simplista entre privatizar ou não privatizar a Uern e a Caern. O Rio Grande do Norte precisa de algo mais relevante: proposições concretas para enfrentar dois grandes gargalos históricos do Estado.

No caso da Uern, o debate é ainda mais necessário porque, para além do populismo eleitoral que costuma cercar esse tipo de discussão — com discursos calculados para angariar apoio de professores, alunos, ex-alunos e servidores —, existe uma questão objetiva que precisa ser enfrentada. O Rio Grande do Norte dispõe ou não de condições financeiras para sustentar, com recursos próprios, uma universidade estadual capaz de oferecer ensino superior de alta qualidade?

A comparação com instituições como a Universidade de São Paulo (USP) ou com universidades estaduais do Ceará e do Paraná pouco ajuda quando se ignora a realidade fiscal potiguar. O fato é que o Rio Grande do Norte enfrenta graves limitações orçamentárias. O Estado mal consegue cumprir os mínimos constitucionais na educação básica, que é sua responsabilidade primordial. Nos últimos anos, não houve incremento significativo de recursos nem expansão consistente de investimentos no setor, justamente porque as finanças públicas seguem pressionadas.

O reflexo dessa escassez aparece nos indicadores educacionais. Basta observar os resultados do Ideb e de outros índices para constatar que a educação pública potiguar continua aquém do desejável. A deficiência não se restringe à universidade. Ela começa na base, onde estão as maiores obrigações do Estado e onde se formam as condições para que os estudantes cheguem ao ensino superior em melhores condições.

Nesse contexto, discutir a federalização ou até mesmo a privatização da Uern não deveria ser tratado como heresia. Trata-se de um debate legítimo. Se a retirada dessa obrigação do orçamento estadual permitir que sobrem recursos para reforçar a educação básica, é natural que a hipótese seja ao menos considerada, sem histeria e sem slogans.

Isso não significa desconsiderar o papel histórico da Uern, sua importância para a interiorização do ensino superior e sua contribuição na formação de milhares de profissionais potiguares. Significa apenas reconhecer que nenhuma instituição pública deve estar imune a uma discussão franca sobre sustentabilidade, qualidade e prioridades.

A reação ao episódio também expôs as fragilidades do próprio Álvaro Dias. Seu posicionamento deixou evidente que ele não tinha uma posição definida sobre temas sensíveis para o Rio Grande do Norte. Em vez de apresentar uma proposta clara, recorreu a formulações vagas, mencionou a possibilidade de estudos e, posteriormente, recuou diante da repercussão.

Ficou patente um certo malabarismo eleitoral e verborrágico, na tentativa de se ajustar ao novo campo ideológico em que passou a atuar. Álvaro, que já integrou partidos de centro e de esquerda, como o PDT, hoje está no PL. Sua fala inicial soou alinhada ao discurso mais radical do partido e do senador Rogério Marinho. Depois, provavelmente orientado pelo marketing político, tratou de relativizar o que havia dito.

Se Álvaro demonstrou indefinição, seus adversários também não apresentaram nada de substancial. Aproveitaram a controvérsia para capitalizar politicamente, mas sem oferecer propostas factíveis, reais e concretas para o futuro da Uern.

Esse é o ponto central. Se não há disposição para defender a federalização nem para discutir a privatização, então que todos os pré-candidatos, sem exceção, abandonem o lugar-comum das declarações de ocasião e apresentem um plano efetivo de evolução e desenvolvimento da universidade.

A Uern precisa de metas de qualidade acadêmica, fortalecimento da pesquisa, expansão da extensão, modernização da infraestrutura, valorização docente e sustentabilidade financeira. Precisa, sobretudo, de um projeto consistente, que a faça avançar.

Porque, a julgar pelos posicionamentos apresentados até agora, o debate continua restrito à superfície. E, se permanecer assim, seja qual for o governador eleito em 2026, nada de relevante acontecerá.

A Uern continuará convivendo com limitações que impedem voos mais altos, enquanto a educação do Rio Grande do Norte seguirá presa aos mesmos indicadores insatisfatórios que há anos expõem a distância entre o discurso político e a realidade.

 Agora RN

A farra vai acabar: após fim das emendas, prefeitos finalmente deverão definir posição política no RN

 

O dia 4 de julho promete ser um divisor de águas na política do Rio Grande do Norte. É nesta data que se encerra o prazo para destinação de emendas parlamentares de deputados federais e senadores para estados e municípios. E nos bastidores políticos, muita gente já comenta que será o fim da “farra” das emendas parlamentares.

Até lá, muitos prefeitos seguem naquele velho jogo político do “vai, mas não vai”. Alguns já sinalizaram apoios políticos, outros permanecem indecisos e muitos ainda evitam bater o martelo oficialmente sobre quem irão apoiar para o Governo do Estado e demais cargos das eleições de 2026.

O motivo, segundo comentários nos bastidores, seria simples: enquanto as emendas seguem sendo destinadas, ninguém quer fechar portas nem contrariar deputados federais e senadores responsáveis pelo envio dos recursos.

Mas o cenário deverá mudar completamente após o dia 4 de julho.

Quando as emendas silenciarem e o prazo para encaminhamento dos recursos estiver encerrado, prefeitos, vereadores, deputados estaduais e lideranças políticas terão muito menos espaço para continuar em cima do muro.

O comentário nos bastidores é que, encerrada a fase das emendas, muitos prefeitos irão literalmente “bater no peito” e dizer: “agora eu decido para onde vou”.

Robison Pires

Allyson Bezerra compra briga com empresários ao defender fim da escala 6×1

 

O pré-candidato ao Governo do Estado Allyson Bezerra vem gerando forte preocupação em setores empresariais do Rio Grande do Norte após defender publicamente o fim da escala de trabalho 6×1.

Nos bastidores da economia potiguar, pequenos, médios e até grandes empresários avaliam que a proposta poderá provocar sérios impactos financeiros sobre empresas, especialmente no comércio, setor de serviços e segmentos que dependem de funcionamento contínuo.

A escala 6×1, utilizada amplamente em diversos setores da economia brasileira, virou alvo de debates nacionais após movimentos trabalhistas defenderem mudanças na jornada de trabalho. Mas no meio empresarial potiguar, a preocupação é crescente diante da possibilidade de aumento de custos operacionais, redução da competitividade e até fechamento de vagas de emprego.

Empresários ouvidos nos bastidores políticos afirmam que mudanças bruscas nesse modelo podem atingir principalmente pequenos comerciantes e empresas familiares, que já convivem com dificuldades econômicas, alta carga tributária e aumento constante dos custos trabalhistas.

A avaliação de setores produtivos é de que Allyson Bezerra estaria adotando um discurso considerado simpático a pautas trabalhistas, mas que acaba gerando insegurança entre os segmentos responsáveis pela geração de emprego e renda no Estado.

 Robison Pires

Caos na saúde municipal de Mossoró: tem paciente aguardando uma consulta há dois anos

 

A rede municipal de saúde de Mossoró tem 1.288 pessoas aguardando por atendimento psicológico, sendo a maioria formada por crianças. Os dados são do Ministério Público Estadual do Rio Grande do Norte (MPRN), que revela a incapacidade de a gestão municipal estabelecer um serviço de assistência minimamente confiável.

O MPRN, em fiscalização recente, identificou situação de desassistência no Ambulatório Materno Infantil (AMI) e recomendou que a Prefeitura de Mossoró e a Secretaria Municipal de Saúde adotem medidas imediatas para garantir a continuidade dos serviços. Um dos pontos críticos é o número insuficiente de servidores no setor. Há necessidade urgente da reposição desses profissionais para evitar colapso no atendimento à população.

A fiscalização realizada pelo MPRN apontou que a unidade de saúde enfrenta uma situação de desassistência. Entre as 1.288 pessoas que aguardam por atendimento psicológico, alguns na fila para consulta há dois anos, estão inclusos casos urgentes que permanecem parados no sistema.

Na área de ginecologia, a fila de espera soma 813 mulheres, entre adolescentes e idosas. O relatório técnico também mostrou que muitas guias de encaminhamento são preenchidas sem o diagnóstico específico da doença. Além disso, famílias que vivem na zona rural enfrentam dificuldades geográficas para acessar o tratamento oferecido na cidade.

Orientação

Diante desses problemas, o Ministério Público orientou que o município realize a chamada de aprovados em concurso público para substituir os vínculos temporários. Também foi solicitada a criação de mutirões para atender primeiro os pacientes com quadros de saúde mais graves. A recomendação inclui a melhoria no preenchimento dos formulários médicos para facilitar a organização das filas.

As autoridades municipais devem informar quais critérios técnicos utilizam para chamar os pacientes que aguardam atendimento. O objetivo é que o fluxo de prioridade respeite a gravidade de cada caso clínico. A administração pública também deve buscar formas de evitar que pacientes da zona rural abandonem o tratamento por falta de acesso.

A Prefeitura tem o prazo de dez dias úteis para responder se vai cumprir as orientações apresentadas pela 1ª Promotoria de Justiça de Mossoró. Caso as medidas não sejam adotadas ou não apresentem justificativas aceitáveis, o MPRN poderá entrar com ações na Justiça.

 Jornal de Fato

Oposição protocola 52º pedido de impeachment contra Moraes no Senado

Parlamentares da oposição protocolaram o 52º pedido de impeachment contra o ministro Alexandre de Moraes, do STF, nesta terça-feira (12). O pedido agora depende de análise do presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União Brasil-AP).

A ofensiva é uma resposta direta à decisão monocrática de Moraes que travou a Lei da Dosimetria, norma aprovada pelo Congresso que poderia reduzir as penas dos condenados pelos atos de 8 de janeiro. Para os parlamentares, o ministro “usurpou” a competência do Legislativo e do próprio plenário do Supremo.

O novo pedido, liderado pelo deputado Cabo Gilberto (PL-PB), acusa Moraes de crime de responsabilidade. O argumento central é que o ministro não poderia, sozinho, neutralizar uma lei federal regularmente aprovada e promulgada. Segundo a denúncia, a conduta é “incompatível com os limites constitucionais” e revela uma extrapolação de poder.

Os números impressionam: este é o 34º pedido de afastamento contra Moraes apenas durante o governo Lula (PT). No total, o magistrado já acumula 52 denúncias desde 2021.

A decisão de Moraes que gerou a revolta suspendeu a aplicação da lei que beneficiava os presos do 8 de janeiro até que o plenário do STF dê a palavra final. A oposição alega que o ministro criou um “expediente anômalo” para impedir que a nova legislação surta efeito imediato.

 

Lula destina equivalente a 0,73% do lucro anual das organizações criminosas para combatê-las

 

O “Programa Brasil contra o Crime Organizado”, que Lula lançou ontem (12) para ter o que dizer nas eleições de outubro, não deve produzir nem mesmo cócegas nas organizações criminosas. O investimento prometido por Lula para o “combate a facções”, no valor de R$ 1,065 bilhão, é uma enganação. Essa quantia, a ser aplicada em inteligência e capacidade operacional das forças policiais, é uma gota no oceano dos bandidos: o lucro anual das organizações criminosas é estimado em R$ 146,8 bilhões.

Dados

O lucro anual foi apontado pelo Fórum Brasileiro de Segurança Pública no documento “Follow the Products”, de fevereiro de 2025.

Ponta o iceberg

A grana dos bandidões é muito maior. Os R$ 146,8 bilhões somam só quatro pilares de produtos explorados e não inclui tráfico de drogas.

Quase agiotagem

Se estados e municípios quiserem uma fatia dos R$ 10 bilhões a mais do programa, aí terão de pagar financiamento a cargo do BNDES.

Juntando poeira

A desconexão de Lula com o tema é tão grave que a PEC da Segurança está na gaveta de Davi Alcolumbre há dois meses. Nem relator tem.

 Claudio Humberto

ESCALA 6×1: Allyson Bezerra defende redução de recursos para os municípios, encarecimento de produtos e até aumento da passagem

 

Em entrevista à TCM Notícia, na última segunda-feira (11), o ex-prefeito de Mossoró e pré-candidato ao Governo do Estado, Allyson Bezerra (União Brasil), com discurso cada vez mais populista e alinhado com as pautas do PT e de Lula, defendeu a proposta de redução da escala 6×1, que pode abrir um rombo milionário nas contas dos municípios potiguares, afetando diretamente serviços essenciais prestados à população. Um dos setores mais afetados seria o transporte público com o aumento da passagem de ônibus.

Um estudo da Confederação Nacional de Municípios (CNM) apontou que a proposta pode custar até R$ 811 milhões aos municípios do Rio Grande do Norte e exigir mais de 15 mil novas contratações apenas para manter o atual nível de funcionamento dos serviços públicos.

De acordo com a entidade, as prefeituras precisariam contratar mais gente para evitar o colapso no atendimento à população. Os efeitos seriam mais sentidos justamente nas áreas mais essenciais, como educação, saúde, assistência social e limpeza urbana – além do transporte público.

Passagem de ônibus e produtos podem ficar mais caros

Na prática, isso significa mais pressão sobre prefeituras que já enfrentam dificuldades financeiras, dependem de repasses federais e convivem com queda de arrecadação. O efeito em cadeia pode atingir diretamente a população, uma vez que grande parte dos serviços municipais é prestada por empresas terceirizadas.

O aumento dos custos trabalhistas dessas empresas também vai encarecer os contratos com as prefeituras, afetando desde limpeza urbana até serviços de saúde, transporte, vigilância e zeladoria.

Com o aumento dos custos operacionais no transporte coletivo e no setor produtivo, por exemplo, passagem de ônibus e produtos ficarão mais caros, afetando diretamente o bolso e o custo de vida da população.

Blog do BG

Álvaro Dias amplia força no Agreste Potiguar e recebe apoio do prefeito João Paulo (MDB), em Lagoa D’Anta

 

O pré-candidato ao Governo do RN, Álvaro Dias (PL), participou, na noite desta segunda-feira, da programação em comemoração à emancipação política do município de Lagoa D’Anta, na região Agreste Potiguar, em mais uma agenda marcada pelo fortalecimento de sua pré-candidatura no interior do estado.

Durante o evento, Álvaro recebeu oficialmente o apoio político do prefeito João Paulo Lopes-(MDB), e de todo o seu grupo político, consolidando uma importante aliança na região Agreste e ampliando a base de apoio ao projeto liderado pelo PL no Rio Grande do Norte.

A programação reuniu lideranças políticas, vereadores, autoridades locais e a população do município, fortalecendo o diálogo em torno do desenvolvimento regional e das pautas prioritárias para os municípios do interior potiguar.

O novo apoio reforçou o crescimento político de Álvaro Dias no Agreste Potiguar, região considerada estratégica no cenário político estadual. A aproximação com lideranças municipais tem sido uma das marcas das agendas realizadas pelo pré-candidato, que vem defendendo mais investimentos em infraestrutura, geração de emprego e renda, agricultura, turismo e fortalecimento da economia regional.

Durante a agenda, Álvaro também destacou a importância da união entre as lideranças políticas em defesa do desenvolvimento dos municípios do interior e agradeceu a recepção da população de Lagoa d’Anta e das lideranças locais.

Estiveram presentes o prefeito João Paulo Lopes, o vice-prefeito Einart Guedes, o presidente da Câmara Municipal, Carlos Duarte, o vice-presidente da Câmara, Heriberto Martins, além dos vereadores Márcio Sena, Mateus Melo, Lenilson Salustiano, Adriana de Salete e Jeovane Pereira, além de secretários municipais, lideranças locais e representantes políticos da região Agreste Potiguar.

Blog do BG

Prefeito de Nísia Floresta, Gustavo Santos declara apoio à pré-candidatura de Álvaro Dias durante visita ao munícipio.

 

O pré-candidato ao Governo do Rio Grande do Norte, Álvaro Dias (PL), recebeu nesta segunda-feira o apoio político do prefeito de Nísia Floresta, Gustavo Santos, durante agenda realizada no município da Grande Natal. Na ocasião, Álvaro também destacou o potencial turístico da cidade e defendeu mais investimentos estruturantes para fortalecer a economia local e ampliar a geração de emprego e renda na região.

A visita reuniu lideranças políticas, vereadores, secretários municipais e aliados políticos, fortalecendo o diálogo em torno do desenvolvimento de Nísia Floresta e da região litorânea do estado.

Durante a agenda, Álvaro ressaltou sua ligação pessoal com o município e afirmou se sentir acolhido pela população nisia-florestense.

“É um prazer muito grande visitar o município de Nísia Floresta. Eu tenho residência em Nísia Floresta, em Tabatinga, e me sinto sempre em casa”, afirmou.

Ao lado do prefeito Gustavo Santos, da vice-prefeita Valéria Mesquita, do senador Rogério Marinho (PL) e de diversas lideranças políticas da região, Álvaro enfatizou que o turismo local precisa de maior apoio do Governo do Estado para alcançar todo o seu potencial econômico e social.

“O município tem um potencial turístico muito grande que precisa de apoio do Governo do Estado para potencializar essa vocação local, ajudando o município a se desenvolver, gerar renda e novos empregos”, destacou.

Segundo Álvaro Dias, é necessário buscar mais recursos e fortalecer a infraestrutura dos municípios para garantir crescimento sustentável, mais oportunidades e melhoria na qualidade de vida da população. O pré-candidato também defendeu investimentos em áreas estratégicas como turismo, saneamento e desenvolvimento regional.

Durante a visita, Álvaro agradeceu a recepção do prefeito Gustavo Santos e parabenizou a gestão municipal pelo trabalho realizado à frente do município.

“O prefeito pode contar com nosso apoio. Estamos sempre à disposição. É um prazer renovado estar aqui, nesta cidade de um povo tão trabalhador”, afirmou.

Além dos encontros políticos e institucionais, Álvaro ouviu demandas da população local e conversou com lideranças sobre as principais necessidades do município.

A visita integrou a agenda do Senador Rogério Marinho em Nísia Floresta e contou ainda com a presença da vice-prefeita Valéria Mesquita, do pré-candidato a vice-governador Babá Pereira, dos pré-candidatos Coronel Hélio e Coronel Brilhante, além dos vereadores da bancada de situação e secretários municipais.

Blog do BG

Governo do RN autoriza ordem de serviço para obras habitacionais em Olho D’água do Borges e mais 24 cidades do RN

 

A governadora Fátima Bezerra e o superintendente regional da Caixa Econômica Federal (CEF), Tiago Pereira da Silva Neto participam nesta terça-feira (12), em Natal, da assinatura das ordens de serviço para início de novos projetos habitacionais que irão beneficiar 25 municípios do Rio Grande do Norte. A cerimônia acontece às 9h30, no Auditório da Governadoria, no Centro Administrativo.

Dentro do programa Minha Casa Minha Vida, os novos empreendimentos serão construídos nos municípios de Jardim de Angicos, Nova Cruz, Guamaré, Monte Alegre, Brejinho, Goianinha, Pau dos Ferros e Santa Cruz.

Já o programa Pró-Moradia atenderá cidades como Olho D'Água do Borges, Natal, Tenente Laurentino Cruz, Cruzeta, Carnaubais, São Rafael, Jandaíra, Extremoz, Bom Jesus, Almino Afonso, Janduís, Umarizal, Viçosa, Frutuoso Gomes, Nísia Floresta, Santo Antônio e Arez, entre outras.

Segundo o Governo do Estado, a iniciativa busca ampliar o acesso à moradia digna e fortalecer a política habitacional em diversas regiões potiguares.

Sindicato dos trabalhadores de saúde denuncia risco a pacientes no Walfredo Gurgel por elevador quebrado

 

O Sindicato dos Trabalhadores e Trabalhadoras em Saúde do Rio Grande do Norte (Sindsaúde/RN) usou as redes sociais para publicar mais uma denúncia envolvendo o hospital Walfredo Gurgel.

Dessa vez, acusam que “o principal elevador utilizado para transportar pacientes cirúrgicos está quebrado, obrigando trabalhadores e pacientes a enfrentarem situações de risco dentro da maior unidade hospitalar do Rio Grande do Norte”.

Em vídeo publicado, uma das diretoras, Lúcia Silva diz que “os pacientes ficam nas escadas enquanto os maqueiros tentam dar conta da situação. Isso é uma vergonha. Todo mês é a mesma coisa”.

A Secretaria Estadual de Saúde Pública foi procurada pelo Grupo Dial, mas até o fechamento deste material ainda não havia enviado resposta. O espaço segue aberto.

Portal FM98

 

Relatórios do MP desafiam discurso de bom gestor que Allyson Bezerra tenta vender

 

Está claro para todos que a campanha de Allyson Bezerra ao Governo do Estado deverá focar no desempenho administrativo apresentado durante sua gestão à frente da Prefeitura de Mossoró. A estratégia do prefeito é comparar sua administração com a de Álvaro Dias, enquanto prefeito de Natal, e com a gestão de Fátima Bezerra no Governo do Estado.

Inicialmente, imaginava-se que as investigações da Polícia Federal, por meio da Operação Mederi, seriam a principal dor de cabeça de Allyson. No entanto, a sequência de notícias tendo como fonte o Ministério Público vem, na minha avaliação, desgastando de forma significativa o discurso de bom gestor que o prefeito tenta consolidar.

Enquanto as redes sociais de Allyson apresentam uma Mossoró de avanços e resultados positivos, relatórios divulgados pelo Ministério Público mostram uma realidade bem diferente, apontando problemas graves em áreas essenciais da administração pública.

Na assistência social, um relatório técnico baseado em inspeções realizadas pelo Ministério Público do Rio Grande do Norte entre 2025 e 2026 revela um cenário crítico na rede de assistência do município. Entre os problemas apontados estão prédios deteriorados, população vulnerável desassistida e serviços funcionando de forma precária.

Na educação, os dados indicam um problema persistente relacionado à insuficiência de vagas em creches. Segundo o Ministério Público, o município não conseguiu expandir a rede na mesma proporção da demanda existente.

Já na saúde, foram identificadas deficiências no funcionamento de diversos serviços, problemas estruturais em UPAs e deterioração em unidades básicas de saúde.

A realidade descrita pelos relatórios contrasta diretamente com a imagem apresentada por Allyson Bezerra em suas redes sociais. Nos bastidores políticos, adversários do prefeito já monitoram esse material para utilizá-lo em debates e na propaganda eleitoral, contrapondo a “Mossoró apresentada” pela gestão com a “Mossoró descrita” pelos órgãos de fiscalização.

A tentativa de centralizar o debate eleitoral na capacidade administrativa é vista como uma estratégia de Allyson para evitar temas ligados à polarização nacional. O que talvez não estivesse no cálculo da equipe do prefeito era o volume de relatórios e informações negativas surgindo neste momento, colocando em xeque o discurso de êxito administrativo propagado pela gestão.

 Neto Queiroz

Críticas de aliados de Allyson à gestão Tadeu criam fissura política em Caicó

 

Aliados ligados politicamente ao pré-candidato a governador Allyson Bezerra passaram a fazer críticas à gestão do prefeito de Caicó, Dr. Tadeu, criando um ambiente de desconforto nos bastidores políticos da região do Seridó.

A situação chama atenção porque Doutor Tadeu declarou recentemente apoio político a Allyson Bezerra e assumiu a missão de coordenar a campanha do pré-candidato ao Governo do Estado em Caicó e em municípios da região seridoense.

Nos bastidores, aliados do prefeito avaliam que as críticas acabam gerando desgaste político desnecessário justamente num momento em que se esperava alinhamento e reciprocidade política entre os grupos.

A avaliação de pessoas próximas ao prefeito é de que fica difícil conduzir uma coordenação política regional enquanto setores ligados ao mesmo projeto majoritário fazem ataques e críticas à administração municipal de Caicó.

Nos meios políticos do Seridó, o comentário é de que a situação acabou abrindo uma fissura política que poderá gerar dificuldades futuras dentro do próprio grupo que apoia a candidatura de Allyson Bezerra na região.

Robison Pires

 

 
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