Olho D'água do Borges/RN -

Aposentados e pensionistas seguem sem receber pagamento do 13º salário

 

Parte dos aposentados e pensionistas do Rio Grande do Norte segue sem receber o pagamento do 13º salário de 2025. A informação foi confirmada pelo Sindicato dos Trabalhadores do Serviço Público da Administração Direta do RN (Sinsp/RN), na tarde desta segunda-feira (12). O Governo do Rio Grande do Norte disse, no último sábado (10), que concluiria o pagamento dos inativos que não tinham recebido a gratificação “ao longo do dia” desta segunda.

De acordo com levantamento do Sinsp, cerca de 40 mil aposentados e 9mil pensionistas estão pendentes do pagamento do 13º salário. A TRIBUNA DO NORTE procurou a Secretaria de Fazenda do RN (Sefaz), por meio da assessoria de imprensa, para confirmar se a gratificação será paga ainda nesta segunda, mas não recebeu resposta até a publicação desta matéria. O espaço segue aberto.

“Fim do expediente bancário, 16h15, e até esse momento o Governo do Estado não enviou nada de pagamento do 13 º salário para os aposentados e pensionistas”, denunciou a sindicalista. A promessa que tem é que o pagamento do 13º salário de 2025 será concluído até o meio-dia desta terça-feira (13). 

Fonte: Tribuna do Norte.

Do Blog: Este blogueiro, aposentado da Educação, chegou às 18h40 desta segunda-feira (12/01/2026) sem ver a cor do 13º na conta. Nenhuma explicação, nenhum respeito, apenas o velho e conhecido descaso. É gópi! O “teje liso” virou política oficial: o governo atrasa, some, e o aposentado segue pagando a conta do desgoverno!

Larissa Rosado é cotada para compor chapa com Cadu Xavier ao governo

A ex-deputada estadual e presidente estadual do PSB, Larissa Rosado, surge como um dos nomes cotados para compor como vice-governadora a chapa do pré-candidato ao Governo do Rio Grande do Norte, Cadu Xavier (PT). A informação foi divulgada pelo comentarista político Saulo Spinelly durante o programa 12 em Ponto, da 98 FM Natal, nesta segunda-feira (12), ao tratar dos bastidores das articulações políticas visando as eleições de 2026.

Segundo Spinelly, a movimentação ganhou força após agendas recentes no Alto Oeste Potiguar, que contaram com a presença da governadora Fátima Bezerra (PT), de Larissa Rosado e da ex-deputada Sandra Rosado. De acordo com o comentarista, o grupo governista passou a buscar alternativas para a vaga de vice diante de um possível afastamento do MDB da composição majoritária.

Ainda conforme a análise, o MDB não demonstraria interesse em indicar um nome para a vice, concentrando seus esforços na disputa proporcional e na montagem das nominatas para deputado estadual e federal, liderada por Walter Alves. Esse cenário teria levado o governo a avaliar um nome com forte inserção regional, especialmente em Mossoró e no Oeste Potiguar, área estratégica do estado.

Durante as discussões, outros nomes chegaram a ser lembrados, como o da ex-prefeita Fafá Rosado, que atualmente integra o governo estadual. No entanto, segundo Spinelly, questões familiares afastariam essa possibilidade. Assim, o nome de Larissa Rosado teria se consolidado como uma opção considerada forte dentro da base governista.

O comentarista destacou a trajetória política de Larissa, que já foi deputada estadual por vários mandatos, obteve votações expressivas na disputa pela Prefeitura de Mossoró e mantém bom trânsito político. Ele também ressaltou a ligação histórica da ex-prefeita com campos progressistas e a proximidade com a governadora Fátima Bezerra.

 98FM

A que ponto chegamos: Paulinho Buda como “solução” para o RN

 

O Rio Grande do Norte virou um Estado sem comando. O governo acabou antes do mandato. Ninguém quer assumir porque o que está sendo deixado pelo governo do PT não é gestão, é entulho administrativo.

A situação chegou a um estágio tão crítico que o simples lançamento de um nome “provisório” para o Governo do Estado já soa como alerta máximo. Neste fim de semana, surgiu a possibilidade de o empresário Paulinho Buda assumir o comando do RN. Não como projeto político, mas como improviso diante do caos.

O cenário é constrangedor. O Estado tem 24 deputados estaduais, mas nenhum demonstra disposição para assumir a responsabilidade. O vice-governador simplesmente se afastou da função. O vácuo de poder é tão grande que foi preciso recorrer a um empresário para expor, de forma simbólica, a gravidade da crise administrativa instalada no RN.

Esse quadro não surgiu por acaso. É resultado direto da condução irresponsável do PT e da gestão desastrosa da governadora Fátima Bezerra. O governo criou um monstro administrativo: endividado, sem credibilidade e abandonado por aqueles que deveriam assumir o comando institucional. Hoje, ninguém quer herdar o problema.

Enquanto isso, o discurso oficial insiste em negar a realidade. O secretário de Finanças, Carlos Eduardo Xavier, o Cadu, repete que “está tudo sob controle”. Se está tudo bem, por que não paga o que deve? Consignados atrasados, terceirizados sem receber, empresas esperando, fornecedores sufocados. O calote virou política de governo.

O RN vive uma crise de gestão, de autoridade e de confiança. E esse colapso tem responsáveis. Em 2026, o eleitor terá a chance de cobrar nas urnas o preço dessa aventura administrativa que empurrou o Estado para o fundo do poço. 

Previsão de chuvas forte no interior e ventos intensos no litoral de todos os estados do nordeste

 

A terça-feira começa com chuva forte no interior do Maranhão e do Piauí e chuva fraca no litoral leste. Entre o fim da manhã e o início da tarde, as pancadas aumentam no Maranhão e, ao longo do dia, também no sul da Bahia, com chuva de moderada a forte intensidade. No litoral norte, a atuação da Zona de Convergência Intertropical favorece pancadas entre o litoral do Maranhão, Piauí e Ceará.

As temperaturas seguem elevadas e a umidade relativa do ar permanece mais baixa no norte da Bahia, oeste de Pernambuco, Paraíba, Rio Grande do Norte, interior do Piauí e extremo leste do Maranhão. Rajadas de vento variam entre 40 e 50 km/h em grande parte da região, podendo alcançar 70 km/h no litoral do Ceará e do Rio Grande do Norte, interior da Paraíba, sul de Pernambuco e norte da Bahia.

Climatempo

O enigma Ezequiel Ferreira: o silêncio de quem faz a banda tocar

 

Não foi apenas o silêncio prolongado de Walter Alves que provocou um retrocesso no planejamento político na aliança governista no Rio Grande do Norte. O silêncio do deputado estadual e presidente da Assembleia Legislativa, Ezequiel Ferreira, também tem levantado um caminhão de dúvidas em todos os grupos políticos.

No caso de “Waltinho”, em meio a um turbilhão de informações sobre o choque que teria tido com a realidade das finanças do Estado e a possibilidade de não assumir o Governo, criou-se um ambiente de incerteza generalizada. Durante semanas, o meio político ficou imaginando cenários e especulando desdobramentos, enquanto Walter, emudecido, assistia a tudo sem dizer uma palavra.

Com Ezequiel, o roteiro foi parecido. Sua última manifestação pública foi o famoso “tamo junto” em relação a Walter Alves, há meses. Depois disso, silêncio absoluto.

O que se sabia até então era que Ezequiel seria o fio condutor da estratégia do MDB. Ele se filiaria ao partido para comandar a formação das nominatas, articularia as alianças e organizaria o projeto político, enquanto Walter Alves sentaria na cadeira de governador. No imaginário do meio político potiguar, Ezequiel seria o grande condutor do projeto, inclusive assumindo a presidência estadual do MDB.

Falava-se, inclusive, em uma nominata estadual robusta, com nove deputados de mandato, potencial para eleger até oito parlamentares, além de uma nominata federal competitiva, com chances reais de eleger dois deputados. Tudo isso, naturalmente, sob a batuta de Ezequiel.

A surpresa veio quando João Maia declarou que o PP e o União Brasil estavam empenhados em ajudar o MDB a formar sua nominata. Mais surpreendente ainda foi a debandada geral dos nomes que estavam cotados para se filiar ao partido. Para completar o cenário, Walter Alves foi reconduzido ao comando do MDB no Rio Grande do Norte, contrariando todo o desenho que vinha sendo ventilado.

Uma coisa é certa: Ezequiel não está morto politicamente. Mas o que pensa Ezequiel? O que ele está organizando? Qual é, de fato, o seu plano?

O julgamento político que vem sendo feito é que o planejamento claramente fugiu do controle. Ao mesmo tempo, reconhece-se que Ezequiel é experiente, líder político consolidado, especialmente com forte ascendência sobre os deputados, e que não rompeu com Walter Alves. Dentro dessa realidade, o silêncio de Ezequiel não parece aleatório — soa mais como cálculo, espera e observação cuidadosa de um tabuleiro que ainda está longe de ser definitivamente montado.

 Neto Queiroz

Segunda-feira de caos no HRTM em Mossoró

 

A segunda-feira foi de caos no Hospital Regional Tarcísio Maia (HRTM), em Mossoró. A unidade enfrentou superlotação, com corredores tomados por pacientes, a maioria aguardando atendimento ortopédico. Muitos deles vieram do interior do estado, alguns já com sequelas, à espera de assistência especializada.

A situação mostra a sobrecarga do hospital e a fragilidade da rede de saúde regional. Prefeituras deixam de investir na estrutura dos hospitais municipais, muitas delas torrando em festas, e acabam transferindo toda a demanda para Mossoró, agravando um problema que já é crônico e afeta diretamente quem precisa de atendimento urgente.

 Ismael Souaza

RN à beira do colapso: o fim de um governo desastroso e suas consequências para o Estado

 

Nem o mais pessimista dos potiguares poderia imaginar que, após oito anos no comando do Rio Grande do Norte — incluindo uma reeleição ainda no primeiro turno — o Estado chegaria ao início de 2026 mergulhado em um cenário de verdadeiro colapso administrativo.

Os problemas se acumulam em praticamente todas as áreas do governo. As finanças estão fragilizadas, serviços essenciais operam no limite e a instabilidade institucional se tornou regra. O RN vive hoje um ambiente de insegurança administrativa que compromete o presente e ameaça o futuro.

O quadro se agrava ainda mais com a iminente saída da governadora Fátima Bezerra, prevista para abril. Diferente do que seria uma transição natural e responsável, o Estado caminha para um vácuo de poder: o vice-governador Walter Alves deverá renunciar nos próximos dias, justamente em meio ao risco real de aprofundamento da crise e de um possível colapso financeiro.

Ainda mais alarmante é ver a principal responsável por esse cenário se lançar candidata ao Senado Federal — uma Casa que tem papel decisivo na articulação política e na destinação de recursos para estados e municípios. A tentativa de ascensão política contrasta com o legado de desorganização administrativa deixado no Rio Grande do Norte.

O povo potiguar sente diariamente o peso desse desgoverno: salários atrasados, serviços precarizados e um Estado sem rumo. Essa realidade não será esquecida. As urnas de outubro representarão o julgamento democrático de uma gestão marcada pelo fracasso.

Que Deus salve o Rio Grande do Norte.

Especulações sobre permanência de Ezequiel no PSDB e possível apoio a Rogério Marinho movimentam bastidores políticos

 

As especulações sobre a permanência do presidente da Assembleia Legislativa, deputado Ezequiel Ferreira, no PSDB têm provocado intensa movimentação nos alpendres de verão da política potiguar.

Ezequiel, que chegou a sinalizar disposição para se filiar ao MDB, partido comandado no estado pelo vice-governador Walter Alves, passou a reavaliar sua saída da legenda tucana.

Interlocutores avaliam que a possível permanência de Ezequiel no PSDB, partido ao qual também é filiado o senador Styvenson Valentim, pode indicar um alinhamento político com a pré-candidatura do senadir Rogério Marinho ao Governo do Estado nas eleições deste ano.

O cenário ainda é tratado com cautela por aliados, mas as movimentações reforçam a decisão de Ezequiel que terão impacto direto no próximo pleito.

Potiguar News

 

Editorial: Duplicação da BR-304 é usada como palanque eleitoral do PT

 

A duplicação da BR-304 escancara, mais uma vez, a forma como o PT trata obras públicas: não como dever de Estado, mas como instrumento de propaganda eleitoral. O que deveria ser uma intervenção estruturante e urgente para o Rio Grande do Norte virou palco de discursos, vídeos promocionais e promessas recicladas, todas convenientemente alinhadas ao calendário político.

Durante anos, a BR-304 foi ignorada. Projetos ficaram no papel, recursos não apareceram e o discurso oficial era sempre o mesmo: “está em estudo”, “está no planejamento”, “está em Brasília”. Agora, às vésperas de eleições, a rodovia ressuscita como prioridade absoluta, apresentada como se fosse um presente do PT ao povo potiguar — quando, na verdade, é uma obrigação básica do governo federal.

A encenação é explícita. Anuncia-se a duplicação sem cronograma confiável, sem garantia clara de recursos e sem compromisso com a conclusão integral da obra. Iniciam-se trechos pontuais, suficientes para fotos e manchetes, mas insuficientes para resolver o problema histórico da rodovia. O objetivo não é concluir, é aparecer.

Essa politicagem com dinheiro público é um desrespeito ao RN. A duplicação da BR-304 não pode ser reduzida a peça de marketing para salvar governos desgastados ou turbinar candidaturas. Trata-se de uma estrada que mata, que trava a economia e que há décadas cobra soluções concretas.

O povo potiguar já conhece esse teatro. Não quer promessas embaladas em palanque nem obras usadas como moeda eleitoral. Quer a BR-304 duplicada de verdade, do começo ao fim, com seriedade, transparência e longe da exploração política rasteira que o PT insiste em repetir.

 

Esta é a foto que deixou a esquerda potiguar de cabelo em pé

Uma foto que percorreu os quatro cantos do Rio Grande do Norte nos últimos dias vem movimentando os bastidores da política potiguar e deixando a esquerda apreensiva. O registro reúne nomes de peso e figuras influentes do cenário estadual, alimentando especulações sobre uma possível grande aliança para as eleições de 2026.

Na imagem aparecem: Paulinho Freire, prefeito de Natal; Ezequiel Ferreira, presidente da Assembleia Legislativa; Paulinho Buda, apontado como a nova força política do RN e provável governador por alguns meses; comunicador Bruno Giovani, Walter Alves, vice-governador; Nina Souza e Gustavo Carvalho, deputado estadual. 

Para muitos observadores, caso esse grupo realmente se una em um projeto político comum, o cenário eleitoral poderá sofrer uma reviravolta significativa. A avaliação nos bastidores é de que uma aliança desse porte teria força suficiente para encerrar o atual ciclo de domínio da esquerda no estado a partir de 2026. 

Enquanto isso, a foto segue circulando, gerando comentários, análises e muita expectativa sobre os próximos capítulos da política potiguar.

Nove sindicatos convocam protesto após atraso no 13º salário no RN

 

Pelo menos nove sindicatos anunciaram um ato público de protesto para a manhã desta segunda-feira (12), em Natal, após o não pagamento do 13º salário a parte dos servidores estaduais, principalmente aposentados e pensionistas. A mobilização foi convocada depois que o valor não foi depositado na sexta-feira (9), data anunciada pelo próprio Governo do Estado.

O protesto está marcado para as 9h, em frente à Governadoria, no Centro Administrativo. Até a manhã deste sábado (10), confirmaram participação as entidades Sinsp, Sinai, Sindsaúde, Sinte-RN, Astran, Sindppen, Aduern, Sinter/Sefaz e Sindpci.

Segundo os sindicatos, os servidores ativos receberam a gratificação, mas aposentados e pensionistas de diferentes categorias relataram que o pagamento não caiu na conta. O Sinai-RN informou que esteve na Secretaria de Planejamento e da Fazenda e recebeu a explicação de que o pagamento seria concluído na sexta-feira. Como isso não ocorreu, a entidade decidiu manter a convocação do protesto.

Em nota, o Sinai afirmou que não aceita um novo atraso e convocou ativos, aposentados, pensionistas e também quem já recebeu o 13º a participar do ato, em solidariedade aos que ainda aguardam o pagamento.

O Sindsaúde/RN também denunciou o atraso no pagamento do 13º salário de aposentados e pensionistas da área da saúde. A entidade afirma que o governo havia prometido quitar os valores na sexta-feira, o que não aconteceu. Segundo o sindicato, o secretário adjunto de Administração informou que a folha já estava pronta, mas dependia de autorização da Secretaria de Planejamento, o que não ocorreu até o fim do dia.

Já o Sinsp/RN informou que recebeu diversas queixas de aposentados e pensionistas que ainda não receberam a gratificação e que não foi apresentado prazo oficial para regularização. A presidente do sindicato, Janeayre Souto, afirmou que a situação gera insegurança e atinge diretamente famílias que dependem do pagamento.

Após as cobranças, o Governo do Rio Grande do Norte confirmou, no sábado (10), que concluiu o pagamento do 13º salário dos servidores ativos e de parte dos inativos na sexta-feira (9). Em nota oficial, o Executivo estadual informou que o pagamento dos servidores que ainda não receberam será concluído nesta segunda-feira (12).

Em dezembro, o governo havia anunciado que o pagamento do 13º salário de ativos, aposentados e pensionistas ocorreria de forma integral no dia 9 de janeiro de 2026. Apesar disso, entidades sindicais destacam que a promessa não foi cumprida para todos os servidores, o que motivou a mobilização marcada para esta segunda-feira.

Portal 96FM

 

Secretário Jucimar Nunes representa Olho D’água do Borges no 30º Encontro dos Profetas da Chuva, em Quixadá-CE

 

O secretário municipal de Recursos Hídricos e Meio Ambiente de Olho D’água do Borges, Jucimar Nunes, está representando o município neste sábado (10) no 30º Encontro dos Profetas da Chuva, realizado na cidade de Quixadá, no Ceará. O evento é um dos mais tradicionais do Nordeste e reúne saberes populares, cultura regional e debates sobre o futuro do semiárido.

A presença de Jucimar Nunes no encontro reforça o seu compromisso com o fortalecimento das políticas públicas voltadas à convivência com o semiárido, à valorização do conhecimento popular e à gestão responsável dos recursos hídricos, temas centrais para os municípios da região.

A programação teve início na noite da sexta-feira (09), com o Festival Encanta Quixadá, que reuniu violeiros e repentistas do Sertão Central, celebrando a cultura e a identidade nordestina.

Neste sábado (10), a partir das 9h, o Encontro acontece no Instituto Federal do Ceará (IFCE) – Campus Quixadá, com a apresentação das previsões para a quadra chuvosa de 2026, além de homenagens, feira de artesanato e diversas manifestações culturais.

Um dos idealizadores do evento, Helder Cortez, destacou a importância do encontro para a preservação do conhecimento tradicional. “O Encontro dos Profetas da Chuva cumpre um papel fundamental ao valorizar a observação dos sinais da natureza como forma de previsão das chuvas no Nordeste. Temos a expectativa de realizar a maior edição da história e destacamos o apoio da Cagece, parceira desde o início no resgate dessa cultura”, afirmou.

O evento deve reunir cerca de 700 participantes, incluindo profetas e profetizas do Ceará e de outros estados, como Paraíba, Rio Grande do Norte e Piauí, consolidando-se como um espaço de troca de saberes e valorização da cultura popular nordestina.

 

Desgoverno e calote: O 13º dos aposentados e pensionistas virou promessa vazia no RN

 

O dia 10 de janeiro amanheceu como mais um retrato do desgoverno no Rio Grande do Norte. O 13º salário dos aposentados e pensionistas simplesmente não foi pago. A promessa inicial era dezembro. Depois, empurraram para 9 de janeiro. Agora, nem data existe mais. Só o silêncio.

Nenhuma explicação oficial. Nenhuma nota. Nenhum pedido de desculpas. Nada. O governo Fátima Bezerra trata quem já trabalhou a vida inteira como se não merecesse sequer respeito.

O roteiro é conhecido e repetido. Anuncia, adia, descumpre e se esconde. A cada atraso, a confiança é destruída. A cada promessa quebrada, cresce a revolta de quem depende desse dinheiro para sobreviver.

Enquanto o governo silencia, as contas não esperam. Aluguel, remédios, água, luz e comida vencem no calendário real — aquele que o governo insiste em ignorar. Os juros correm. O sofrimento aumenta. E a humilhação se repete.

Enquanto isso, o desastre administrativo do Rio Grande do Norte avança sem freio. Aposentados e pensionistas, mais uma vez, foram jogados para escanteio, tratados como um peso descartável por um governo que virou as costas para quem já deu sua contribuição ao Estado.

Prometer e não pagar não é falha administrativa. É irresponsabilidade. É desrespeito. É cinismo. É vergonha. É gópi!

Outubro está chegando. Será a hora do povo dar a resposta que esse desgoverno merece. Resta saber se o eleitor terá memória, coragem e consciência para não repetir os mesmos erros.

INÉDITO! Ninguém quer ser governador do Rio Grande do Norte

 

A gestão da governadora Fátima Bezerra (PT) foi tão devastadora que ninguém demonstra disposição para assumir o comando do Rio Grande do Norte. O cenário envolve a possível renúncia da governadora, que articula uma candidatura ao Senado em 2026, em busca de oito anos de imunidade parlamentar.

Com a saída de Fátima, o cargo deveria ser assumido pelo vice-governador Walter Alves (MDB) — eleito pelos potiguares exatamente para essa eventualidade. No entanto, ele reluta em sentar na cadeira do Palácio dos Despachos. O presidente da Assembleia Legislativa, Ezequiel Ferreira (PSDB), igualmente também já declinou da possibilidade.

Para quem não se recorda, Fátima Bezerra ganhou projeção nacional durante o impeachment de Dilma Rousseff, quando, da tribuna do Senado, protagonizou o episódio do “É gópi, é gópi”, numa performance que virou símbolo de despreparo e caricatura política. À época, ela representava o Rio Grande do Norte no Senado.

Ainda assim, só o eleitor potiguar acreditou que alguém que travava uma batalha pública com a língua portuguesa teria condições de gerir um estado já mergulhado em graves problemas estruturais.

A “bomba” — digo, o governo — pode acabar caindo temporariamente no colo do desembargador Ibanez Monteiro, presidente do Tribunal de Justiça do RN, que assumiria interinamente e convocaria uma eleição indireta, possivelmente em maio, para escolha de um governador tampão até o fim de 2026. Nesse cenário, apenas os deputados estaduais votariam.

Ninguém quer assumir esse governo porque sabe que herdará um verdadeiro suicídio político. As contas do Estado estão em frangalhos: salários de servidores à beira do atraso, 13º pago fora do prazo, empréstimos consignados retidos de forma ilegal e um rombo que já ultrapassa os R$ 10 bilhões.

O turismo, principal motor da economia potiguar, sofre com o avanço do crime organizado. A educação amarga os piores índices do Nordeste. A saúde está sucateada. As estradas, esburacadas. Fornecedores, sem receber.

Isso não pode ser chamado de gestão pública. É um desmantelo completo. Ou, como diria a própria Fátima Bezerra quando era senadora: o que fizeram com o pobre Rio Grande do Norte — “É gópi! É gópi!”.

 
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