Olho D'água do Borges/RN -

O Brasil acordou!

 

O Brasil acordou — e o que se viu ontem em diversas capitais do país não foi apenas mais uma manifestação. Foi um grito coletivo, forte e inequívoco, ecoando nas ruas, nas praças e nas avenidas: um povo que se cansou da corrupção, do abuso de poder e das tentativas constantes de silenciar a sociedade brasileira.

O movimento Acorda Brasil simboliza exatamente isso: cidadãos comuns retomando o protagonismo democrático para afirmar que não aceitam mais um país marcado por escândalos sucessivos, por denúncias que atingem o coração do governo federal, ministros e até setores do próprio Supremo Tribunal Federal — instituição que, em uma democracia, deve ser guardiã da Constituição e exemplo de imparcialidade, mas que hoje enfrenta questionamentos públicos que precisam ser esclarecidos com total transparência.

Essa mobilização não nasceu do acaso. Ela começou com a coragem de brasileiros que saíram de Minas Gerais rumo a Brasília, dando os primeiros passos de uma caminhada que rapidamente ganhou dimensão nacional. O que começou como um gesto de poucos tornou-se a voz de muitos. O Brasil inteiro foi às ruas para reafirmar um princípio fundamental da República: ninguém está acima da lei — nem presidente, nem ministro, nem qualquer autoridade.

O recado das ruas é claro e direto. A população não suporta mais conviver com inflação elevada que corrói salários, insegurança jurídica que afasta investimentos e gera instabilidade, perseguições políticas que dividem a sociedade e um ambiente institucional constantemente abalado por denúncias e suspeitas. O povo exige respeito.

Democracia verdadeira não se resume ao direito ao voto. Ela exige transparência, responsabilidade, equilíbrio entre os Poderes e fidelidade à Constituição. Exige que as instituições sirvam ao cidadão — e não o contrário. Exige prestação de contas, ética na gestão pública e compromisso real com o interesse coletivo.

O Acorda Brasil não terminou ontem. O que vimos foi apenas o início de uma mobilização crescente, pacífica e legítima, que promete continuar avançando até que o país reencontre o caminho da responsabilidade fiscal, da estabilidade institucional, da liberdade individual e da justiça social.

O Brasil despertou. E quando um povo desperta para exigir seus direitos, nenhuma estrutura de poder consegue ignorar sua voz por muito tempo. 

Ezequiel ou Flávio Rocha surgem no radar da chapa da direita para o senado

 

A formação da chapa da direita no Rio Grande do Norte pode surpreender, e não apenas pela composição já cogitada, mas por novos nomes que começam a circular e podem fortalecer o grupo na disputa deste ano.

O blog recebeu a informação que duas pesquisas estão em andamento para testar alternativas. Entre os nomes incluídos está o do presidente da Assembleia Legislativa, Ezequiel Ferreira. 

Dependendo das decisões da governadora Fátima Bezerra — inclusive sobre eventual candidatura ao Senado — o desenho pode mudar. Se houver consolidação de candidatura governista forte ao Senado, Ezequiel tende a manter seu projeto de reeleição à Assembleia. Sem Fátima no páreo, o nome de Ezequiel  pode ganhar musculatura e ser o segundo nome da direita.

Outra novidade mais recente é o ressurgimento do nome do empresário Flávio Rocha no radar político potiguar. Controlador do Grupo Guararapes, com forte presença no setor produtivo e geração expressiva de empregos no Estado, Rocha já teve atuação parlamentar e ensaiou projetos nacionais no passado. Seu eventual retorno adicionaria um componente empresarial e liberal à disputa, ampliando o espectro da chapa.

O ex-prefeito de Natal, Álvaro Dias, já marcou para 21 de março o lançamento oficial de sua pré-candidatura ao Governo do Estado. Para vice, escolheu Babá Pereira, presidente da Femurn, liderança municipalista com forte capilaridade no interior e trânsito consolidado entre prefeitos.

No Senado, uma vaga está definida: Styvenson Valentim buscará a reeleição. A segunda cadeira, no entanto, virou o centro das articulações.

Nesta semana, o nome do coronel Hélio Oliveira, alinhado ao bolsonarismo, apareceu na lista do candidato à presidência Flavio Bolsonoro como nome do grupo  dentro da estratégia nacional do Partido Liberal de eleger o maior número de senadores e consolidar palanques competitivos nos estados.

As pesquisas em andamento devem balizar a decisão final. Até lá, quem pensa assim que o quadro está definido ainda pode se surpreender.

Blog da hora H. 

Prefeito do MDB com sete mandatos, Anibal Pereira anuncia apoio a Álvaro Dias

 

O prefeito de São João do Sabugi, (MDB), Aníbal Pereira de Araújo anunciou que irá apoiar a candidatura do ex-prefeito de Natal, Álvaro Dias, ao Governo do Rio Grande do Norte.

Filiado ao Movimento Democrático Brasileiro, partido que em âmbito estadual não acompanha o projeto político de Álvaro Dias, o gestor seridoense decidiu seguir caminho próprio no pleito de 2026. A decisão chama atenção por envolver um dos nomes mais experientes da política potiguar.

Aníbal acumula sete mandatos como prefeito — um recorde nacional em número de eleições vencidas para o comando de um município. A longevidade administrativa consolidou sua liderança local e transformou São João do Sabugi em reduto eleitoral fiel ao seu grupo político.

Ao declarar apoio a Álvaro Dias, o prefeito sinaliza que a disputa estadual deverá ter movimentos independentes nos municípios, mesmo entre filiados a partidos que, oficialmente, trilham outra estratégia no Estado. O posicionamento também evidencia que o MDB de São João do Sabugi seguirá orientação própria na corrida pelo Governo.

Nos bastidores, a avaliação é de que o peso político de um prefeito com sete mandatos consecutivos pode ter influência significativa no Seridó, sobretudo pela capacidade de mobilização e articulação construída ao longo de décadas de vida pública.

Com isso, o cenário eleitoral do Rio Grande do Norte ganha mais um ingrediente: o MDB de São João do Sabugi, sob a liderança do prefeito recordista Anĺbal Pereira, estará no palanque de Álvaro Dias.

Robinson Pires

 

STF já admite em conversas reservadas que haverá impeachment em 2027

 

Com o desgaste reputacional do Supremo Tribunal Federal (STF), a conclusão dos seus ministros é que a situação “virou”, a Corte perdeu apoio da mídia tradicional e a indignação superou o medo, após o escândalo de envolvimento de dois dos ministros com o Banco Master. A maioria avalia, em conversas reservadas, que em 2027 processos de impeachment de ministros do STF serão “inevitáveis”, seja qual for o vencedor nas eleições presidenciais e ainda que a direita não controle o Senado.

Pá-de-cal

Sentenças raivosas contra opositores de Lula desgastaram o STF, mas o Master, em avaliação interna, pode ter o significado de “pá-de-cal”.

Contenção

Para ministros, o impeachment será usado para contenção do STF, com apoio explícito de partidos de centro, de direita e de setores da esquerda.

Fim da letargia

A maioria via a imprensa “sob controle”, mas a letargia cessou após “autoritarismo estarrecedor” apontado pela Transparência Internacional.

Libertação

O caso Unafisco e ameaças de retaliação, avaliou um ministro à coluna, “deu o motivo que jornalistas esperavam para se libertar desse vínculo”.

 

Decisão em breve: o destino político de Ezequiel pode redefinir o tabuleiro do RN

 

Muito em breve, o cenário político do Rio Grande do Norte ganhará um capítulo decisivo: o anúncio do presidente da Assembleia Legislativa, Ezequiel Ferreira, sobre sua posição eleitoral para 2026.

Ezequiel deve se posicionar durante a janela partidária que se abre na próxima quarta-feira, movimento que poderá reorganizar o tabuleiro político do Estado. Ainda não há data oficial para o anúncio, mas o deputado não pretende protelar a decisão.

Sua definição é considerada estratégica e capaz de influenciar diretamente os principais agrupamentos políticos.

No campo da direita, há expectativa de que Ezequiel assuma o comando do Republicanos ou mantenha o controle do PSDB, estruturando uma nominata forte para deputado estadual. Isso daria robustez ao palanque que deve ter Álvaro Dias como candidato ao Governo e Styvenson Valentim e Coronel Hélio ao Senado.

Na chamada “Terceira Via”, o vice-governador Walter Alves ainda nutre esperança de atrair Ezequiel para o MDB. Contudo, esse cenário perdeu força após a aliança do MDB com o União Brasil e a decisão de Walter de não assumir o Governo.

Na esquerda, a governadora Fátima Bezerra conversou longamente com o presidente da Assembleia e manifestou o desejo de mantê-lo como aliado, inclusive sugerindo parceria na eleição do mandato-tampão.

A grande pergunta é: para onde irá Ezequiel?

Os sinais indicam maior proximidade com o campo da direita. Ele tem dialogado com Álvaro Dias, Paulinho Freire e Styvenson Valentim e participou de reuniões estratégicas que redefiniram o cenário recente.

Nesse agrupamento, teria dois partidos à disposição para montar sua nominata estadual: Republicanos ou PSDB, com compromisso alinhado à candidatura de Álvaro Dias.

No centro, as chances são remotas. O movimento de Walter Alves, feito à revelia do presidente da Assembleia, desgastou o entendimento anterior entre ambos.

Na esquerda, Ezequiel avalia que não teria espaço para estruturar seu projeto político, sobretudo quanto à formação de nominata e bases partidárias.

Paralelamente, há a eleição indireta para o mandato-tampão, na qual muitos consideram Ezequiel o fiel da balança.

Surge então uma nova indagação: seria possível firmar um acordo para o mandato-tampão e outro distinto para a eleição de outubro? Ou seja, apoiar a sucessão indireta alinhada à governadora e, posteriormente, integrar o palanque de Álvaro Dias?

As perguntas são muitas. As respostas, porém, parecem estar próximas. É apenas uma questão de tempo — e de pouco tempo.

Neto Queiroz 

As três espadas sobre a cabeça de Allyson

 

Favorito ao Governo do Estado até que novas pesquisas provem o contrário, o prefeito de Mossoró Allyson Bezerra (UB) tem tentado dar demonstrações de força política para seguir na corrida ao posto de maior autoridade do Rio Grande do Norte.

No meio do caminho existem três espadas sob o seu chapéu de couro.

A primeira e mais antiga é a suspeita de que ele teria fraudado as prestações de contas do município aos órgãos de controle. Segundo uma denúncia apresentada pelo especialista em contas públicas Anderson Quirino, há uma discrepância de R$ 240 milhões entre o que foi apresentado ao Tribunal de Contas do Estado (TSE) e o Tesouro Nacional.

O TCE decidiu em janeiro que o Ministério Público de Contas deve investigar o caso.

A segunda é a ação de abuso de poder midiático e político nas eleições de 2024. Allyson havia sido absolvido na primeira instância, mas o Tribunal Regional Eleitoral (TRE) anulou a sentença e reabriu as investigações que apontam que o prefeito teria usado recursos públicos para financiar influenciadores por intermédio de agências de publicidade.

Esta semana o Ministério Público Eleitoral opinou pela quebra do sigilo bancário das agências.

 O caso pode deixar Allyson inelegível.

O terceiro e mais estrondoso caso é o da Operação Mederi que levou a Polícia Federal a bater a porta do prefeito no último dia 27 de janeiro.

Allyson é suspeito de ter recebido uma propina de 15% sob uma ordem de pagamento de R$ 400 mil conforme o famoso diálogo da “Matemática de Mossoró” interceptado pela Polícia Federal.

O prefeito entra no último mês antes da desincompatibilização com três espadas sob sua cabeça.

Bruno Barreto 

PF já sabe quem é a Fátima, e outras cidades ligadas à Matemática de Mossoró estão sendo monitoradas!

 

A coisa anda muito ruim para o candidato a governador e prefeito de Mossoró, Allyson Bezerra. O conjunto de argumentos, investigações e desdobramentos recentes transformou o ambiente político em um verdadeiro complicador para qualquer projeto estadual.

A Polícia Federal investiga um suposto esquema que teria desviado recursos da saúde pública municipal por meio de contratos fraudulentos. Segundo informações atribuídas à apuração, Allyson apareceria no topo da estrutura investigada.

Em um dos áudios interceptados, um dos sócios da empresa DisMed teria afirmado que 15% dos valores pagos pela Prefeitura seriam destinados ao prefeito e outros 10% a uma pessoa identificada como “Fátima”. A identidade dessa segunda pessoa, de acordo com a própria investigação, foi descoberta, mas está sendo mantida sob sigilo para não comprometer o andamento do processo.

O inquérito também cita o vice-prefeito Marcos Bezerra, além de secretários municipais e pessoas próximas à gestão. Alguns investigados, segundo informações públicas sobre o caso, já estariam sendo monitorados com tornozeleira eletrônica.

O cenário é delicado. Em termos políticos, o desgaste é evidente. Em termos jurídicos, o processo segue seu curso e cabe à defesa dos citados apresentar suas versões e argumentos nos autos.

Allyson, por sua vez, permanece no cargo e mantém sua agenda administrativa. Mas é inegável que, diante da gravidade das acusações, a situação se tornou um ponto central no debate sobre seu futuro político.

Uma fonte entrou em contato com nossa redação e falou que outras prefeituras estão sendo monitoradas pela polícia Federal e nas próximas semanas uma bomba poderá explodir! ” Tudo irá depender das investigações do MP que irá acionar a polícia civil e federal” disse

 Gazeta Potiguar               

Álvaro Dias amplia base com apoios de José Augusto, prefeito de Portalegre e Dr. Luciano Lopes, ex-prefeito de Jucurutu

O ex-prefeito de Natal e pré-candidato ao Governo do Estado, Álvaro Dias, segue ampliando sua base política em diferentes regiões do Rio Grande do Norte.

Agora, dois apoios de peso passam a integrar oficialmente o seu projeto: o prefeito de Portalegre, José Augusto (na foto acima), e o ex-prefeito de Jucurutu, Dr. Luciano Lopes (na foto abaixo).

José Augusto, que deverá assumir a presidência da Federação dos Municípios do Rio Grande do Norte com a saída de Babá Pereira — cotado para compor como vice na chapa de Álvaro —, é considerado uma liderança influente entre os prefeitos do Oeste potiguar. Seu alinhamento fortalece o diálogo municipalista da pré-campanha.

Já Dr. Luciano Lopes, ex-prefeito e pré-candidato em Jucurutu, é apontado como uma das principais lideranças políticas do município e da região do Seridó. Sua adesão consolida a presença do projeto de Álvaro também no interior.

Com as novas alianças, Álvaro Dias vai costurando apoios estratégicos, somando lideranças municipais e ampliando sua capilaridade política no estado, em um movimento que reforça sua posição na corrida pelo Governo. 

Com mortalidade por AVC acima da média, Justiça determina que Governo do RN estruture serviço no Walfredo Gurgel em 90 dias

 

A Justiça do Rio Grande do Norte determinou que o Governo do Estado estruture, em até 90 dias, a linha completa de atendimento ao Acidente Vascular Cerebral (AVC) no Hospital Monsenhor Walfredo Gurgel, em Natal.

A decisão atende a ação do Ministério Público do Rio Grande do Norte e obriga o Estado a formar equipe multiprofissional exclusiva e regularizar a habilitação do serviço junto ao Ministério da Saúde, conforme normas do Sistema Único de Saúde.

Dados do processo apontam que o AVC responde por cerca de 16% das mortes no Rio Grande do Norte entre 2018 e março de 2024 — índice acima da média mundial (11%) e nacional (12,5%). O Estado ocupa a sétima posição no país em mortalidade pela doença.

Embora o hospital já possua leitos e estrutura física, a falta de equipe permanente — como enfermeiros, fisioterapeutas, fonoaudiólogos, terapeutas ocupacionais e médicos — compromete a regularidade do atendimento.

A sentença também determina que a Secretaria de Estado da Saúde Pública do RN adote medidas administrativas para garantir a habilitação do serviço e o acesso a recursos federais. O Judiciário rejeitou o argumento de limitação orçamentária, destacando que o direito à saúde deve prevalecer.

 

Quando a política vira torcida: O preço da polarização para a democracia

A política brasileira vive um momento em que o debate deixou de ser disputa de ideias para se transformar, muitas vezes, em guerra de torcidas. E o episódio recente envolvendo a aprovação da quebra de sigilos bancário, fiscal e telemático de Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha, filho do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, escancarou isso de forma preocupante.

A decisão, que deveria ser tratada dentro da normalidade institucional, afinal, investigar faz parte do Estado Democrático de Direito, rapidamente virou combustível para um espetáculo lamentável. O que se viu na comissão da Câmara foi um cenário de gritos, acusações, empurrões, quase vias de fato. Parlamentares que deveriam dar exemplo protagonizando cenas que mais parecem arquibancada de estádio do que ambiente legislativo.

E é aqui que mora o problema central: quando representantes eleitos transformam divergência em confronto físico e moral, a mensagem que chega à sociedade é clara “vale tudo”. Se eles fazem, por que eu não posso fazer? A polarização deixa de ser apenas ideológica e passa a ser comportamental. A agressividade institucionaliza-se.

Enquanto isso, as redes sociais foram inundadas por uma avalanche de conteúdos. Vídeos antigos do ex-presidente Jair Bolsonaro dizendo que demitiria qualquer ministro que investigasse seus filhos. Declarações de Sergio Moro afirmando ter sido impedido de avançar em investigações. E, por outro lado, falas do próprio Lula defendendo que, se o filho estiver errado, deve pagar como qualquer outro cidadão.

O problema não é recuperar falas para contextualizar. O problema é quando isso vira munição emocional, recortada, descontextualizada, usada para inflamar. Em minutos, a timeline se transforma num tribunal popular, onde ninguém quer investigar, todos querem condenar ou absolver previamente, dependendo do lado que defendem.

A polarização extrema corrói três pilares essenciais: a presunção de inocência, a confiança nas instituições e a capacidade de diálogo. Quando tudo vira “meu lado contra o seu”, perde-se o compromisso com a verdade e abraça-se a conveniência.

Investigar não é perseguir. Defender investigação não é atacar governo. Cobrar isonomia não é ser oposicionista. E exigir respeito institucional não é proteger culpados. Mas, num ambiente radicalizado, essas distinções desaparecem.

A democracia não morre apenas com golpes. Ela se enfraquece quando o debate público vira espetáculo de ódio e quando representantes eleitos trocam argumentos por agressões.

Se queremos um país institucionalmente forte, precisamos começar por algo básico: divergência não é guerra. Investigação não é torcida. E política não pode ser palco de violência, nem física, nem moral.

Por Joyce Moura – jornalista/O Mossoroensse

PARANÁ PESQUISAS: Desaprovação ao goveno Lula sobe para 52%

 

A desaprovação ao governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva alcançou 52% em fevereiro de 2026, segundo levantamento do Instituto Paraná Pesquisas divulgado nesta sexta-feira (27). A aprovação ficou em 45%, enquanto 3% não souberam ou não opinaram.

A pesquisa ouviu 2.080 eleitores entre os dias 22 e 25 de fevereiro, em todos os Estados e no Distrito Federal. A margem de erro é de 2,2 pontos percentuais, com 95% de confiança. O estudo está registrado no Tribunal Superior Eleitoral sob o número BR-07974/2026.

Desaprovação subiu

Na comparação com janeiro, a desaprovação subiu de 50,6% para 52%, enquanto a aprovação caiu de 46,4% para 45%.

Avaliação qualitativa

Na avaliação qualitativa, 43,5% classificam o governo como ruim ou péssimo, 32,6% como ótimo ou bom e 22,5% consideram a gestão regular.

Por região

A desaprovação é maior no Sul (62,8%) e no Sudeste (55,1%). Já no Nordeste, a aprovação supera a rejeição: 59,2% aprovam o governo, contra 37,9% que desaprovam.

Por religião

A pesquisa também aponta diferença conforme a prática religiosa: entre os que participaram de celebrações religiosas nos últimos 10 dias, 56,3% desaprovam o governo; entre os que não participaram, a aprovação é maior, com 49,2%. 

CPMI Do INSS aprova pedido de prisão de Abraão Lincoln

 

A CPMI do INSS aprovou o requerimento sobre a decretação da prisão preventiva, por conveniência da instrução criminal, garantia da ordem pública e para assegurar a aplicação da lei penal, do sindicalista Abraão Lincoln Ferreira da Cruz, investigado por desvios de recursos de aposentados e pensionistas da previdência social.

O próprio relator da CPMI do INSS, deputado federal Alfredo Gaspar (União-AL), havia apresentado esse pedido, já em 1º de dezembro de 2025, pelo fato do denunciado ter – como presidente da Confederação Brasileira dos Trabalhadores da Pesca e Aquicultura (CBPA), atuado para os descontos indevidos R$ 221.161.973,60 em benefícios aposentadorias e pensões do INSS.

Segundo o documento, o volume expressivo de reclamações, denúncias e processos judiciais chegou a 19.938 processos, sendo 97% no polo passivo) somente no período de no período de fevereiro de 2023 a março de 2025. No âmbito da consulta formalizada por meio das plataformas do INSS, 99,5% (215.440) dos beneficiários afirmaram não reconhecer a realização dos descontos. A CBPA não contestou quase nenhuma dessas indicações (99,5% expiradas), formalizando um reconhecimento tácito das irregularidades cometidas.

Diligências da CPMI do INSS identificaram, sobretudo em depoimentos de testemunhas e investigados, análise de documentos sigilosos, como quebras de sigilo fiscal, bancário e de relatórios de inteligência financeira recebidos, a tentativa de inclusão de descontos em 40.054 benefícios que já estavam encerrados por conta do óbito do beneficiário.

Flávio e Lula têm empate técnico em 1º e 2º turnos, diz Paraná Pesquisas

 

O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) e o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) aparecem tecnicamente empatados em cenários de primeiro e segundo turno na disputa pelo Palácio do Planalto, de acordo com levantamento do instituto Paraná Pesquisas divulgado nesta sexta-feira (27).

No primeiro cenário avaliado pela pesquisa, Lula tem 39,6% das intenções de voto, contra 35,3% de Flávio. A seguir, aparece o governador do Paraná, Ratinho Junior (PSD), com 7,6%, e o de Minas Gerais, Romeu Zema (Novo), que marca 3,8%.

O empresário Renan Santos (Missão) assinala 1,5%, enquanto o ex-ministro Aldo Rebelo (DC) pontua 0,5%. Votos em branco, nulos e nenhum somam 6,7%. Outros 5% não souberam ou não opinaram.

No segundo cenário, Lula desponta com 40,5%, ante 36,6% de Flávio. Na sequência, surge Zema, com 4,3%. O governador de Goiás, Ronaldo Caiado (União), totaliza 3,7%; Renan Santos, 1,5%; e Aldo Rebelo, 0,4%. Votos em branco, nulos e nenhum são 7,8%. Outros 5,2% não souberam ou não opinaram.

Segundo turno

O levantamento desta sexta-feira também analisou três possíveis cenários de segundo turno. No embate entre Lula e Flávio, o senador e primogênito do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) surge pela primeira vez numericamente à frente do petista. Ainda assim, há empate técnico entre ambos com Flávio aparecendo 44,4% e Lula com 43,8%.

Metodologia

Foram entrevistados 2.080 eleitores entre os dias 22 e 25 de fevereiro, por meio de entrevistas pessoais e domiciliares. A margem de erro é de 2,2 pontos percentuais, para mais ou para menos, com intervalo de confiança de 95%.

A pesquisa foi realizada com recursos próprios do instituto e registrada no TSE (Tribunal Superior Eleitoral) sob o protocolo BR-07974/2026.

CNN 

Paraná Pesquisas: para 52,2%, Lula não merece reeleição; para 43,9%, diz que ele merece ser reeleito

 

Mais da metade da população brasileira avalia que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) não merece ser reeleito, segundo levantamento do instituto Paraná Pesquisas divulgado nesta sexta-feira (27). 

De acordo com a pesquisa, 52,2% dos entrevistados afirmaram que Lula não merece um novo mandato, enquanto 43,9% disseram que ele merece a reeleição. Outros 3,9% não souberam opinar. 

Na comparação com o levantamento de janeiro deste ano, o índice de rejeição a um novo mandato do petista oscilou: no mês passado, 51% afirmaram que Lula não merecia a reeleição, enquanto 45,3% defendiam um novo mandato. Outros 3,8% não souberam responder. 

Metodologia

Foram entrevistados 2.080 eleitores entre os dias 22 e 25 de fevereiro, por meio de entrevistas pessoais e domiciliares. A margem de erro é de 2,2 pontos percentuais, para mais ou para menos, com intervalo de confiança de 95%. 

A pesquisa foi realizada com recursos próprios do instituto e registrada no TSE (Tribunal Superior Eleitoral) sob o protocolo BR-07974/2026. 

CNN Brasil

 
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