Olho D'água do Borges/RN -

Álvaro Dias amplia base com apoios de José Augusto, prefeito de Portalegre e Dr. Luciano Lopes, ex-prefeito de Jucurutu

O ex-prefeito de Natal e pré-candidato ao Governo do Estado, Álvaro Dias, segue ampliando sua base política em diferentes regiões do Rio Grande do Norte.

Agora, dois apoios de peso passam a integrar oficialmente o seu projeto: o prefeito de Portalegre, José Augusto (na foto acima), e o ex-prefeito de Jucurutu, Dr. Luciano Lopes (na foto abaixo).

José Augusto, que deverá assumir a presidência da Federação dos Municípios do Rio Grande do Norte com a saída de Babá Pereira — cotado para compor como vice na chapa de Álvaro —, é considerado uma liderança influente entre os prefeitos do Oeste potiguar. Seu alinhamento fortalece o diálogo municipalista da pré-campanha.

Já Dr. Luciano Lopes, ex-prefeito e pré-candidato em Jucurutu, é apontado como uma das principais lideranças políticas do município e da região do Seridó. Sua adesão consolida a presença do projeto de Álvaro também no interior.

Com as novas alianças, Álvaro Dias vai costurando apoios estratégicos, somando lideranças municipais e ampliando sua capilaridade política no estado, em um movimento que reforça sua posição na corrida pelo Governo. 

Com mortalidade por AVC acima da média, Justiça determina que Governo do RN estruture serviço no Walfredo Gurgel em 90 dias

 

A Justiça do Rio Grande do Norte determinou que o Governo do Estado estruture, em até 90 dias, a linha completa de atendimento ao Acidente Vascular Cerebral (AVC) no Hospital Monsenhor Walfredo Gurgel, em Natal.

A decisão atende a ação do Ministério Público do Rio Grande do Norte e obriga o Estado a formar equipe multiprofissional exclusiva e regularizar a habilitação do serviço junto ao Ministério da Saúde, conforme normas do Sistema Único de Saúde.

Dados do processo apontam que o AVC responde por cerca de 16% das mortes no Rio Grande do Norte entre 2018 e março de 2024 — índice acima da média mundial (11%) e nacional (12,5%). O Estado ocupa a sétima posição no país em mortalidade pela doença.

Embora o hospital já possua leitos e estrutura física, a falta de equipe permanente — como enfermeiros, fisioterapeutas, fonoaudiólogos, terapeutas ocupacionais e médicos — compromete a regularidade do atendimento.

A sentença também determina que a Secretaria de Estado da Saúde Pública do RN adote medidas administrativas para garantir a habilitação do serviço e o acesso a recursos federais. O Judiciário rejeitou o argumento de limitação orçamentária, destacando que o direito à saúde deve prevalecer.

 

Quando a política vira torcida: O preço da polarização para a democracia

A política brasileira vive um momento em que o debate deixou de ser disputa de ideias para se transformar, muitas vezes, em guerra de torcidas. E o episódio recente envolvendo a aprovação da quebra de sigilos bancário, fiscal e telemático de Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha, filho do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, escancarou isso de forma preocupante.

A decisão, que deveria ser tratada dentro da normalidade institucional, afinal, investigar faz parte do Estado Democrático de Direito, rapidamente virou combustível para um espetáculo lamentável. O que se viu na comissão da Câmara foi um cenário de gritos, acusações, empurrões, quase vias de fato. Parlamentares que deveriam dar exemplo protagonizando cenas que mais parecem arquibancada de estádio do que ambiente legislativo.

E é aqui que mora o problema central: quando representantes eleitos transformam divergência em confronto físico e moral, a mensagem que chega à sociedade é clara “vale tudo”. Se eles fazem, por que eu não posso fazer? A polarização deixa de ser apenas ideológica e passa a ser comportamental. A agressividade institucionaliza-se.

Enquanto isso, as redes sociais foram inundadas por uma avalanche de conteúdos. Vídeos antigos do ex-presidente Jair Bolsonaro dizendo que demitiria qualquer ministro que investigasse seus filhos. Declarações de Sergio Moro afirmando ter sido impedido de avançar em investigações. E, por outro lado, falas do próprio Lula defendendo que, se o filho estiver errado, deve pagar como qualquer outro cidadão.

O problema não é recuperar falas para contextualizar. O problema é quando isso vira munição emocional, recortada, descontextualizada, usada para inflamar. Em minutos, a timeline se transforma num tribunal popular, onde ninguém quer investigar, todos querem condenar ou absolver previamente, dependendo do lado que defendem.

A polarização extrema corrói três pilares essenciais: a presunção de inocência, a confiança nas instituições e a capacidade de diálogo. Quando tudo vira “meu lado contra o seu”, perde-se o compromisso com a verdade e abraça-se a conveniência.

Investigar não é perseguir. Defender investigação não é atacar governo. Cobrar isonomia não é ser oposicionista. E exigir respeito institucional não é proteger culpados. Mas, num ambiente radicalizado, essas distinções desaparecem.

A democracia não morre apenas com golpes. Ela se enfraquece quando o debate público vira espetáculo de ódio e quando representantes eleitos trocam argumentos por agressões.

Se queremos um país institucionalmente forte, precisamos começar por algo básico: divergência não é guerra. Investigação não é torcida. E política não pode ser palco de violência, nem física, nem moral.

Por Joyce Moura – jornalista/O Mossoroensse

PARANÁ PESQUISAS: Desaprovação ao goveno Lula sobe para 52%

 

A desaprovação ao governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva alcançou 52% em fevereiro de 2026, segundo levantamento do Instituto Paraná Pesquisas divulgado nesta sexta-feira (27). A aprovação ficou em 45%, enquanto 3% não souberam ou não opinaram.

A pesquisa ouviu 2.080 eleitores entre os dias 22 e 25 de fevereiro, em todos os Estados e no Distrito Federal. A margem de erro é de 2,2 pontos percentuais, com 95% de confiança. O estudo está registrado no Tribunal Superior Eleitoral sob o número BR-07974/2026.

Desaprovação subiu

Na comparação com janeiro, a desaprovação subiu de 50,6% para 52%, enquanto a aprovação caiu de 46,4% para 45%.

Avaliação qualitativa

Na avaliação qualitativa, 43,5% classificam o governo como ruim ou péssimo, 32,6% como ótimo ou bom e 22,5% consideram a gestão regular.

Por região

A desaprovação é maior no Sul (62,8%) e no Sudeste (55,1%). Já no Nordeste, a aprovação supera a rejeição: 59,2% aprovam o governo, contra 37,9% que desaprovam.

Por religião

A pesquisa também aponta diferença conforme a prática religiosa: entre os que participaram de celebrações religiosas nos últimos 10 dias, 56,3% desaprovam o governo; entre os que não participaram, a aprovação é maior, com 49,2%. 

CPMI Do INSS aprova pedido de prisão de Abraão Lincoln

 

A CPMI do INSS aprovou o requerimento sobre a decretação da prisão preventiva, por conveniência da instrução criminal, garantia da ordem pública e para assegurar a aplicação da lei penal, do sindicalista Abraão Lincoln Ferreira da Cruz, investigado por desvios de recursos de aposentados e pensionistas da previdência social.

O próprio relator da CPMI do INSS, deputado federal Alfredo Gaspar (União-AL), havia apresentado esse pedido, já em 1º de dezembro de 2025, pelo fato do denunciado ter – como presidente da Confederação Brasileira dos Trabalhadores da Pesca e Aquicultura (CBPA), atuado para os descontos indevidos R$ 221.161.973,60 em benefícios aposentadorias e pensões do INSS.

Segundo o documento, o volume expressivo de reclamações, denúncias e processos judiciais chegou a 19.938 processos, sendo 97% no polo passivo) somente no período de no período de fevereiro de 2023 a março de 2025. No âmbito da consulta formalizada por meio das plataformas do INSS, 99,5% (215.440) dos beneficiários afirmaram não reconhecer a realização dos descontos. A CBPA não contestou quase nenhuma dessas indicações (99,5% expiradas), formalizando um reconhecimento tácito das irregularidades cometidas.

Diligências da CPMI do INSS identificaram, sobretudo em depoimentos de testemunhas e investigados, análise de documentos sigilosos, como quebras de sigilo fiscal, bancário e de relatórios de inteligência financeira recebidos, a tentativa de inclusão de descontos em 40.054 benefícios que já estavam encerrados por conta do óbito do beneficiário.

Flávio e Lula têm empate técnico em 1º e 2º turnos, diz Paraná Pesquisas

 

O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) e o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) aparecem tecnicamente empatados em cenários de primeiro e segundo turno na disputa pelo Palácio do Planalto, de acordo com levantamento do instituto Paraná Pesquisas divulgado nesta sexta-feira (27).

No primeiro cenário avaliado pela pesquisa, Lula tem 39,6% das intenções de voto, contra 35,3% de Flávio. A seguir, aparece o governador do Paraná, Ratinho Junior (PSD), com 7,6%, e o de Minas Gerais, Romeu Zema (Novo), que marca 3,8%.

O empresário Renan Santos (Missão) assinala 1,5%, enquanto o ex-ministro Aldo Rebelo (DC) pontua 0,5%. Votos em branco, nulos e nenhum somam 6,7%. Outros 5% não souberam ou não opinaram.

No segundo cenário, Lula desponta com 40,5%, ante 36,6% de Flávio. Na sequência, surge Zema, com 4,3%. O governador de Goiás, Ronaldo Caiado (União), totaliza 3,7%; Renan Santos, 1,5%; e Aldo Rebelo, 0,4%. Votos em branco, nulos e nenhum são 7,8%. Outros 5,2% não souberam ou não opinaram.

Segundo turno

O levantamento desta sexta-feira também analisou três possíveis cenários de segundo turno. No embate entre Lula e Flávio, o senador e primogênito do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) surge pela primeira vez numericamente à frente do petista. Ainda assim, há empate técnico entre ambos com Flávio aparecendo 44,4% e Lula com 43,8%.

Metodologia

Foram entrevistados 2.080 eleitores entre os dias 22 e 25 de fevereiro, por meio de entrevistas pessoais e domiciliares. A margem de erro é de 2,2 pontos percentuais, para mais ou para menos, com intervalo de confiança de 95%.

A pesquisa foi realizada com recursos próprios do instituto e registrada no TSE (Tribunal Superior Eleitoral) sob o protocolo BR-07974/2026.

CNN 

Paraná Pesquisas: para 52,2%, Lula não merece reeleição; para 43,9%, diz que ele merece ser reeleito

 

Mais da metade da população brasileira avalia que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) não merece ser reeleito, segundo levantamento do instituto Paraná Pesquisas divulgado nesta sexta-feira (27). 

De acordo com a pesquisa, 52,2% dos entrevistados afirmaram que Lula não merece um novo mandato, enquanto 43,9% disseram que ele merece a reeleição. Outros 3,9% não souberam opinar. 

Na comparação com o levantamento de janeiro deste ano, o índice de rejeição a um novo mandato do petista oscilou: no mês passado, 51% afirmaram que Lula não merecia a reeleição, enquanto 45,3% defendiam um novo mandato. Outros 3,8% não souberam responder. 

Metodologia

Foram entrevistados 2.080 eleitores entre os dias 22 e 25 de fevereiro, por meio de entrevistas pessoais e domiciliares. A margem de erro é de 2,2 pontos percentuais, para mais ou para menos, com intervalo de confiança de 95%. 

A pesquisa foi realizada com recursos próprios do instituto e registrada no TSE (Tribunal Superior Eleitoral) sob o protocolo BR-07974/2026. 

CNN Brasil

A crise fiscal do RN que exige resposta

 

Por mais que a equipe econômica do governo tente contemporizar ou fazer uma leitura criativa dos números, cada novo indicador que vem à tona só confirma uma constatação: as finanças públicas do Rio Grande do Norte estão na UTI. E o prognóstico não é bom, pois os remédios necessários para combater a doença não são administrados ou vêm em doses pouco eficazes. Sem intervenção, o paciente caminha para sucumbir.

Um relatório divulgado pela Secretaria do Tesouro Nacional nesta semana, cujos dados foram publicados pelo AGORA RN, mostra o estágio do quadro. Segundo o levantamento, a dívida do RN foi a que mais cresceu entre os estados em 2025. O solavanco foi de 35%, chegando a R$ 9,7 bilhões. O nível de despesa do RN também o maior do Brasil. O gasto aqui é 18 pontos percentuais maior que o do estado da Paraíba, que tem um PIB menor do que o nosso.

E não para por aí: o RN tem a segunda pior poupança corrente, o menor nível de investimento entre os estados (míseros 4%), o maior gasto previdenciário proporcional, o segundo estado com o maior volume de obrigações financeiras pendentes, a pior disponibilidade de caixa… Enfim, é longa a lista de tópicos que mostram quão ruim é a performance potiguar no quesito saúde fiscal. O Estado teve que recorrer ao Supremo para que a União fosse fiadora de empréstimos.

Outro dia este jornal publicou que o governo desconta regularmente as parcelas dos empréstimos consignados contratados por servidores na folha, mas não transfere os valores à instituição financeira. Como consequência, servidores vêm sendo negativados, cobrados em duplicidade e tratados como inadimplentes — apesar de terem pagado com o desconto no salário.

Os sinais de evolução são parcos e, quando aparecem ocasionalmente, são logo trucidados por uma montanha de números que mostram o óbvio e inegável: é crítica a situação.

Dito isso, a pergunta que se impõe é: até quando essa situação vai persistir? Quando o RN vai virar o jogo?

A realidade das finanças obriga o Estado a iniciar urgentemente uma reformulação buscando o equilíbrio na balança entre receitas e despesas. Apesar disso, poucos são os movimentos concretos percebidos no sentido de alterar essa lógica.

Confrontado com os números, o governo sainte não cansa de usar a retórica de que herdou uma situação muito ruim. Como se essa seja a sina do RN para sempre, como se a realidade fosse imutável.

É verdade que o atual governo recebeu uma péssima herança. Isso, porém, não pode ser uma carta de seguro usada pela gestão para legitimar a perpetuação de uma realidade fiscal que impede o Estado de crescer e investir. Se o governo não é responsável por criar o tal cenário, com certeza pode ser acusado de ter feito pouco para reverter tal cenário.

O governo sempre cita o importante crescimento da receita nos últimos anos para fazer frente ao aumento da despesa. Parte dessa alta na arrecadação se deve à elevação do ICMS de 18% para 20%. Tal estratégia, porém, tem um limite. Sem uma revisão estrutural dos gastos, logo esse aumento de receita será absorvido pelos gastos que crescem em ritmo galopante.

E a principal origem disso são os gastos com folha de pessoal. O RN é o que tem a maior despesa com essa finalidade entre os estados do País. Com isso, falta dinheiro para outras áreas essenciais. O próprio secretário da Fazenda, Cadu Xavier, admitiu na Assembleia Legislativa que o Estado deixa de pagar parcelas de empréstimos consignados aos bancos para priorizar a quitação da folha. A naturalização dada ao fato é tão chocante quanto a informação propriamente dita.

Já há reajustes salariais programados para os próximos meses, fruto de compromissos assumidos com categorias do funcionalismo. Planos de carreira podem resultar em novos aumentos acima da inflação nos próximos anos. Há pouco, foram convocados mais de 1.600 professores concursados de uma vez só. São obrigações legítimas, mas que pressionam a folha. Parece haver pouca disposição de rever aquilo que é, hoje, a maior pressão sobre o orçamento: os salários do funcionalismo.

Rever planos de carreira e gatilhos de reajustes salariais são um caminho para evitar que, no futuro, sejam necessárias ações mais drásticas e até permitidas pela legislação, como congelamento de salários e demissões – algo que poderia agravar a situação do Estado, vide a forte dependência que a economia tem do funcionalismo público.

A proximidade de um novo ciclo eleitoral pode ser a oportunidade de que o Estado precisa para encarar esse debate com franqueza. A disputa que se avizinha não pode se limitar a slogans, alianças e marketing. Precisa enfrentar o nó fiscal com propostas claras, responsáveis e exequíveis. É hora de os candidatos apresentarem, desde já, suas ideias para reequilibrar receitas e despesas, rever a estrutura de gastos e recuperar a capacidade de investimento do Rio Grande do Norte. O RN não precisa de diagnósticos repetidos nem de justificativas permanentes. Precisa de um plano consistente para sair da UTI.

 AgoraRN

RISCO DE COLAPSO: Estado do RN quer contratar empresa sem experiência para gerir o SAMU

Mais uma polêmica envolvendo a Secretaria Estadual de Saúde dessa vez envolvendo o SAMU e o risco de colapsar o serviço. A SESAP contratará para gerir o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência uma empresa que o único contrato de referência que tem é na pequena cidade de Princesa Isabel, na Paraíba, município com 21 mil habitantes, onde realiza apenas 4 plantões mensais, sempre aos sábados.

O SAMU do Estado do Rio Grande do Norte é altamente especializado e complexo.

Envolve mais de 15 mil plantões distribuídos em 29 bases, abrangendo 91 municípios e atendendo mais de 1.700.000.

Além do componente de colapsar o SAMU do Estado, especialistas em Licitação já sinalizam que o processo poderá terminar com questionamentos judiciais devido a ausência de requisitos de seleção mais robustos. E ainda há outro agravante: a empresa supostamente vencedora não tem corpo clínico suficiente para o serviço

Quando as bombas na saúde explodem no RN, depois as pessoas não sabem porque.

Blog do BG

 

MP opina pela quebra de sigilo fiscal de agências da gestão Allyson

 

O Ministério Público Eleitoral do Rio Grande do Norte (MPE-RN) opina pela quebra de sigilo fiscal das agências de publicidade que trabalham para a gestão do prefeito Allyson Bezerra (União Brasil).

A manifestação ministerial foi protocolada nesta quinta-feira, 25, no âmbito de uma Ação de Investigação Judicial Eleitoral (AIJE) que apura a denúncia de abuso de poder político e econômico por parte de Allyson na eleição de 2024.

A posição do MPE ocorre após o Tribunal Regional Eleitoral (TRE/RN) anular uma sentença de improcedência anterior, determinando a reabertura da instrução processual por considerá-la insuficiente.

O MPE também pede perícia técnica em conteúdo publicitário. A investigação foi dividida em três núcleos:

  1. contábil financeiro;
  2. de conteúdo (Abuso de Poder Político);
  3. engajamento digital (Impacto e Gravidade).

As investigações podem apontar, conforme a denúncia inicial, para uso do dinheiro público, de influenciadores e blogueiros, para potencializar a candidatura de Allyson; existência de “caixa 2”, com gastos eleitorais não declarados; e falsidade, emissão de notas fiscais com objetos genéricos para esconder serviços de propaganda política.

A Aije foi movida pelos ex-candidatos Lawrence Amorim e Genivan Vale, que foram candidatos a prefeito nas eleições de 2024.

A ação tramita na 33ª Zona Eleitoral de Mossoró.

Jornal de Fato

 

PRESSÃO NA PGR: 47 deputados pedem prisão preventiva de Lulinha por suposto caso no INSS

 

Quarenta e sete deputados federais protocolaram nesta quinta-feira (26) uma representação na PGR pedindo a prisão preventiva de Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha, filho do presidente Lula.

O pedido cita suposta participação no escândalo do INSS e foi apresentado pela deputada Rosangela Moro, com apoio de parlamentares de PL, Republicanos, PSD, PP e União Brasil.

No documento, os deputados solicitam abertura de investigação formal, decretação de prisão preventiva, inclusão do nome em difusão vermelha da Interpol e início de processo de extradição junto ao governo da Espanha.

Também pedem cancelamento do passaporte e uso de tornozeleira eletrônica caso ele retorne ao Brasil, além de quebra de sigilos bancário, fiscal e telemático e bloqueio de bens.

A representação sustenta que Lulinha teria atuado como sócio oculto do empresário Antônio Carlos Camilo Antunes, conhecido como “Careca do INSS”, apontado como operador financeiro de um esquema de fraudes no INSS.

 

Decisão de Mendonça quebrou sigilo de Lulinha e pegou Planalto de surpresa

 

A decisão do ministro do STF André Mendonça que autorizou a quebra dos sigilos bancário, fiscal e telemático de Fábio Luís Lula da Silva, o “Lulinha”, caiu como bomba no Palácio do Planalto. Auxiliares e aliados do presidente Lula afirmam que foram pegos de surpresa com o despacho, que está sob sigilo.

Relator do inquérito sobre a chamada “Farra do INSS” no STF, Mendonça atendeu a um pedido da Polícia Federal. Segundo fontes da Corte, a autorização foi concedida em janeiro de 2026, antes mesmo de a CPMI do INSS aprovar medida semelhante.

Após a divulgação da decisão pela imprensa, interlocutores de Lula procuraram integrantes da PF e, inicialmente, ouviram que a corporação não tinha conhecimento da autorização. Depois, ao buscar informações no próprio STF, foram informados de que o ministro realmente havia determinado a quebra dos sigilos.

Nos bastidores do governo, a avaliação é de que a medida indica que Lulinha é oficialmente investigado no inquérito — já que, segundo assessores presidenciais, o STF não autorizaria a quebra de sigilo sem investigação formal.

Aliados afirmam que a decisão deve alterar a estratégia jurídica do filho do presidente e também a estratégia política do governo, embora ministros avaliem que o impacto no Supremo tende a ser menor do que o de uma eventual ofensiva na CPMI, onde o desgaste político seria maior.

Confusão marca sessão da CPMI do INSS após aprovação de quebras de sigilo de Lulinha

 

A sessão da CPMI do INSS nesta quinta-feira (26) foi marcada por tumulto e troca de acusações após a aprovação das quebras de sigilo bancário e fiscal de Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha. Vídeos que circulam nas redes sociais mostram momentos de confusão no plenário, com parlamentares discutindo de forma acalorada logo após a votação dos requerimentos.

A comissão investiga suspeitas de desvios em benefícios pagos a aposentados e pensionistas. A decisão foi comemorada por parlamentares da oposição e criticada por integrantes da base do governo, o que elevou ainda mais a tensão durante a sessão. 

CPMI aprova quebra de sigilo de Lulinha por suspeita de fraude no INSS

 

A CPMI (Comissão Parlamentar Mista de Inquérito) do INSS (Instituto Nacional do Seguro Social) aprovou nesta quinta-feira (26) as quebras de sigilo bancário e fiscal do filho do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), o Lulinha.

A comissão apura os desvios no repasse de benefícios pagos a aposentados e pensionistas do INSS. Conhecido como Lulinha, Fábio Luís Lula da Silva teve o nome citado como um dos possíveis beneficiários do esquema de desvios em uma das fases da Operação Sem Desconto.

Embora tenha menções ao seu nome, o filho do presidente ainda não foi alvo da operação. da PF (Polícia Federal), que investiga o esquema.

Investigadores da corporação colheram menções diretas e indiretas a Lulinha que o apontam como um possível “sócio oculto” de Antonio Camilo Antunes, o “careca do INSS”.

Antunes é acusado de ser o intermediador do esquema, recebendo os recursos que eram debitados indevidamente dos aposentados e pensionistas, e, depois, repassando parte deles a servidores do instituto.

CNN 

 
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